6 de setembro de 2016

Aprendendo um novo idioma

Todos sabemos que idosos adoram reviver bons momentos vivenciados ao longo de suas vidas, em especial as boas lembranças da infância. E é nessa época que descobrimos e aprendemos a maior parte das coisas que sabemos hoje, ou, “depois de velhos”, como costumamos dizer! Então, porque não voltar a aprender? Buscar uma nova descoberta?

O aprendizado de um novo idioma torna-se então, uma excelente opção para o idoso. Além de se ocupar, ele estará exercitando sua mente de forma agradável e útil. Aliás, são inúmeros os benefícios que podemos obter ao buscarmos aprender um novo idioma:

– Exercitar a mente: é um dos principais benefícios adquiridos. Diversos estudos científicos já constataram que pessoas que se submetem ao aprendizado de uma nova língua ou são bilíngues, tendem a retardar problemas como demências e esquecimentos;
– “Desaposentar”: muitos idosos tendem a se deprimir quando se aposentam. Sentem-se inúteis e não sabem o que fazer. Aprender um novo idioma pode ser uma boa forma de se ocupar novamente;
– Fazer novas amizades: normalmente as aulas de idiomas são em grupos. Sendo assim, surge uma excelente oportunidade de conhecer novas pessoas, e que normalmente possuem interesses semelhantes ao seu;
– Independência: sabe-se que ao se aposentar a grande maioria dos idosos gosta de investir seu tempo e dinheiro em viagens. Ao aprender uma nova língua, a pessoa idosa torna-se menos dependente de excursões ou de familiares, tornando-se mais livre para programar sua viagem da forma como desejar.

O Inglês, ou língua inglesa, é o idioma mais comumente procurado e, consequentemente, ofertado. Mas nada nos impede de buscar um desafio diferente, como o Espanhol – que pode parecer mais “fácil” por ser semelhante a nossa língua, ou, para os mais audaciosos, o Alemão – porque não?

Para facilitar a sua escolha, discriminamos abaixo algumas opções de aprendizagem para que você possa avaliar qual é a mais indicada para você ou para seu pai/mãe/avó/avô:

* Escolas de idiomas tradicionais: é a opção mais fácil de encontrar e, provavelmente, a mais barata. Entretanto, é bem possível e provável que você acabe em uma turma com “colegas” bem mais jovens com você. Para sociabilização parece poder ser divertido, mas a principal preocupação aqui é a diferença no ritmo de aprendizagem.

** Professor particular: é uma boa opção para quem quer um atendimento mais personalizado e que respeite seu ritmo de aprendizado, entretanto, por ser individual, trata-se de um serviço mais caro. O lado negativo é não promover o contato com outras pessoas e a troca de experiências (que pode passar a ser um lado positivo para aqueles maios tímidos e envergonhados).

*** Escolas exclusivas para idosos: essa é a nossa preferida! Um grupo de pessoas da mesma idade – no caso, maiores de 50/60 anos – com dificuldades e interesses semelhantes, aprendendo juntos! O lado ruim dessa opção é a falta de locais como esse, na maioria das cidades. Em Curitiba, temos a sorte de ter a Escola de Inglês Tea Time (http://www.teatime.com.br/), vale a pena conferir!

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